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Temperamentos

Os quatro temperamentos nos personagens infantis: Pooh, o fleumático; Tigrão, sanguíneo; Leitão, colérico e Bisonho, claro, melancólico

Bom, resolvi deixar a melancolia, tendência à depressão e tristeza pelos meus defeitos de lado. Andei pensando em algo (ligado a relacionamentos, só pra variar um pouquinho) e resolvi escrever um post.

Muitas pessoas se “batem” constantemente com outras. Brigam direto e por qualquer coisa. Parecem gasolina e fogo: se juntar dá uma explosão. E isso geralmente ocorre muito com casais ou duas pessoas que ainda não estão juntas, mas estão interessadas uma na outra. O que acontece? Por isso dificultar um relacionamento, elas ou se separam, ou nem mesmo começam a namorar.

Só que dali a um tempo, conhecem outra pessoa e começam os elogios: “ah, fulana me entende”, “nossa, fulano é tão compreensivo, ele não é grosso como beltrano, pelo contrário, é muito gentil”, e ainda “meu namorado e eu nunca brigamos”… Claro que é bom elogiar, eu nunca poderei criticar tal coisa, porque é ótimo e necessário. Mas as pessoas começam a pensar que agora, finalmente, encontraram os “príncipes” e “princesas” de suas vidas. Que os “ex” eram seres malvados e mesquinhos, mas agora encontraram verdadeira alegria. Porém, perdoem-me pela intromissão, mas quero dizer que nem sempre tudo é culpa do(a) ex. Nem sempre ele(a) é o(a) malvado(a) da história. Quero dizer, nem sempre o problema é ele(a). Mas sim vocês dois juntos…

Deixe-me explicar: existe uma coisinha chamada temperamento. Não, isso aqui não tem nada a ver com signos, nem é um post de autoajuda. E eu também sei que os psicólogos não consideram apenas os quatro temperamentos como a única forma de explicar uma pessoa ou suas características. Mas verdade seja dita: eles dizem muito sobre quem somos, e se não explicam tudo sobre nós, nos revelam várias coisas que não entendíamos, e servem como motivação para compreendermos porque somos assim e no que precisamos mudar (tanto que as teorias mais modernas se baseiam na dos quatro temperamentos de Hipócrates).

Pois bem. Esses quatro temperamentos se dividem em:

1) Colérico: o líder por natureza, independente, firme, otimista, enérgico

2) Melancólico: sensível, idealista, leal, confuso, e muito, muito crítico (eu sei!)

3) Sanguíneo: simpático, extrovertido, afável, destaca-se num ambiente com muita facilidade

4) Fleumático: o pacificador, calmo, diplomata, sabe “contar piada sem rir”

Todos nós temos um pouco dos 4, mas um sempre se destaca. E, claro, eles não têm só qualidades, mas muitos defeitos também (por isso que falei que é bom conhecer qual o nosso, para trabalharmos as dificuldades, se você não sabe qual é o seu, clique aqui). E aqui é onde eu queria chegar: muitas vezes entram em nosso caminho pessoas com o temperamente exatamente idêntico ao nosso. Entenda que, mesmo você sendo melancólico, você não tem necessariamente que ter TODAS as características desse temperamento, umas você tem, outras não. Mas falo aqui, por exemplo, de um melancólico que encontra em seu caminho outro que tem quase que 100% das características dele.

Duas pessoas com o mesmo temperamento, ou vão brigar e se desentender muitíssimo, ou vão ficar indiferentes uma à outra (mais uma vez, não tem nada a ver com signos, isso é real). Não quer dizer que pessoas de temperamentos iguais não podem se relacionar, mas vai ser mais complicado e vão ter que lidar com mais coisinhas para ajustar. Daí o motivo de, talvez, você não ter se dado tão bem com aquele paquera, ou mesmo ex-namorado. Não vá logo culpando o outro, “caindo de pau” em cima dele. Talvez ele não seja um malvado, mas, porque vocês eram de temperamentos semelhantes, havia muita tensão. Daí o motivo de tanto conflito.

Por isso, pense bem antes de culpar “o outro” ou “a outra”. Às vezes — e eu disse às vezes, não sempre — o problema pode ser apenas o temperamento. Vale a pena buscar conhecer o seu temperamento e o do(a) seu(sua) namorado(a), noivo(a) ou esposo(a). Faça o teste, leia sobre o assunto (a internet tá cheia de material muito bom), e se descobrir que o(a) companheiro(a) tem um temperamento parecido com o seu, não se desespere: trabalhem juntos para conciliar — por incrível que pareça — as semelhanças, pois elas podem ser a causa dos problemas. Um livro muito bom sobre isso é o “Temperamentos transformados” de Tim LaHaye.

Deixo com vocês alguns links e uma imagem que podem ajudar. Qualquer dúvida, entrem em contato ;)

Teoria dos 4 temperamentos

Os quatro temperamentos humanos

Temperamentos

Além disso há várias comunidades no orkut que falam sobre os temperamentos que mais combinam (como esta). Deem uma procurada por lá também ;)

É um temperamento analítico, abnegado, bem dotado e perfeccionista. Isto o faz admirar as belas artes. É introvertido por natureza. Mas as vezes é levado por seu ânimo a ser extrovertido. Outras vezes enclausura-se como caramujo, chegando a ser hostil. É amigo fiel, mas não faz amigo facilmente, por ser desconfiado. Tem habilidade de analisar os perigos que o envolve. Força-se a sofrer e sempre escolhe uma vocação difícil, que envolva grande sacrifício pessoal. Muitos dos grandes gênios do mundo, artistas, músicos, inventores, filósofos, educadores e teóricos, eram melancólicos. Podemos ver estas características em personagens bíblicos de projeção como, Moisés, Elias, Salomão, o apóstolo João e muitos outros.

Vejamos suas forças e fraquezas:

Forças: Habilidoso, delicado, leal, idealista e minuncioso…

Fraquezas: Egoísta, amuado, pessimista, confuso, antisocial e vingativo…

Problemas causados: Espera muito das pessoas, em troca do que faz. Intromete-se onde não deve, gasta tempo com o que não deve, atrapalhando seu serviço, tem aversão as pessoas que têm ponto de vista diferente, entra em atrito com as pessoas que se opõem ao seu caminhar.

Na Bíblia vemos como melancólico Moisés: Muitos personagens da Bíblia demonstraram possuí-lo, mas o mais destacado foi Moisés; ele era talentoso At.7:22; abnegado, Hb.11:23-27; perfeccionista (Deus usou essa qualidade para lhe dar os detalhes da Lei, da justiça divina e do Tabernáculo); leal (os livros da Lei, revelam isso) e extremamente dedicado, Ex.32:31-32. Mas sofria de um complexo de inferioridade que trazia à tona todas as fraquezas do melancólico, Ex. 3:11-13; Ex. 4:1,3,10,13. Muitas vezes se deixava dominar pela ira, Nm.20:9-12 e pela depressão, Nm.11:11-15.

Profissionalmente: Podem ser artistas, músicos, inventores, filósofos e educadores.

Dicas para servir a Deus: Se você é melancólico, use toda sua sensibilidade, habilidade e dedicação ao Reino de Deus e evangelize pelas artes.

(Blog Canção Nova)

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Estou com a sensação de que nunca fui tão bem definida…

Críticas

Hoje o post não vai ser sobre relacionamento, comportamento, aconselhamento e nem vou dar “meu pitaco” sobre algo que aconteceu no Brasil ou no mundo. Hoje eu apenas preciso desabafar…

Quem me conhece sabe que eu sou muito crítica, não só comigo mesma, mas com os outros. Eu poderia culpar meu temperamento por isso: sou melancólica, e uma das principais características de quem é assim é exatamente a crítica. Mas eu sei que o problema sou eu mesma.

Podem até dizer que, se for construtiva, a crítica é boa. Mas eu não creio muito nisso. Crítica é crítica, e fere quem é atingido por ela. Fere porque somos humanos, e ninguém gosta de ouvir que algo que pensa/fala/faz é errado ou pelo menos tem algumas falhas.

Sou cristã. E como cristã sei o quão errado é sermos críticos (no sentido de criticar comportamentos ou atitudes de outros, não no sentido de avaliarmos coisas). Na verdade, muitos não se tornam cristãos ou até detestam os cristãos por muitos destes serem críticos. Adoramos criticar o comportamento dos outros (embora não queiramos que ninguém critique o nosso), e achamos isso o máximo. Mas esse não foi o método ensinado por Jesus. Se você for olhar na Bíblia, você vai encontrar o que Ele falou sobre esse assunto:

Se o seu irmão pecar contra você, vá e mostre-lhe o seu erro. Mas faça isso em particular, só entre vocês dois. Se essa pessoa ouvir o seu conselho, então você ganhou de volta o seu irmão (Mt 18:15).

Esse é o jeito certo. Esse é o método. Se nós cristãos agíssemos mais assim, não ia haver tanta gente avessa a qualquer coisa que remetesse ao Cristianismo.

Eu, porém, tenho falhado muito nesse aspecto. Prefiro ficar comentando coisas erradas (ou que às vezes nem o são, apenas eu acho) que as pessoas fazem ou dizem, ou remoendo dentro de mim mesma, ou até ficar soltando indiretas, do que ir direto ao ponto e falar com a pessoa sobre algo que ela fez e que me incomoda, ou mesmo que tenho certeza de que está errado. Sim, porque a mesma Bíblia que citei há pouco também diz:

Se eu disser que um homem mau vai morrer, mas você não o avisar para que mude o seu modo de agir e assim salve a sua vida, aí ele morrerá, sendo ainda pecador. Nesse caso, eu considerarei você como responsável pela morte dele. Porém, se você avisar o homem mau, e ele não parar de pecar, ele morrerá como pecador, mas você viverá (Ez 33:8 e 9).

Parece forte — e é. Mas o principal que Deus quer dizer é: se você sabe que seu companheiro está no erro e não avisa, você está errado. Aí você pode pensar: “mas quem é você pra falar qualquer coisa se também erra — se não nesse, mas em outros aspectos da vida?” Realmente, sou pecadora. Sou como um “pano sujo” (Isaías 64:6). Mas posso e devo ajudar quem está no erro e não sabe. Só que devo fazer isso com carinho e amor, indo diretamente à pessoa, conversando com ela como forma de ajudar, e não criticando pelo prazer ou vício de criticar.

Estou passando exatamente por isso agora. Li algo (o que é não vem ao caso, e espero que ninguém me pergunte sobre porque não irei responder, e também isso não é o mais importante) e logo pensei em despejar críticas ao meu esposo (que é o único que tenho por perto pra desabafar rsrs). Ou então escrever um post no blog, ou quem sabe “tuitar” acerca do ocorrido (claro que de forma covarde, sem dar nome aos bois). Porém, como estou me policiando pra não agir mais dessa maneira, resolvi me segurar. Não sabem como é difícil não fazer, ainda mais porque noto que parece que gosto mais de criticar algumas pessoas que outras. Como se quisesse me vingar por algo, ou me mostrar superior a elas — como se dissesse: sou melhor que você porque não ajo como você. Pode parecer um vício, mas para mim é mais como uma tentação, como se fosse o Inimigo das almas me puxando por um de meus pontos mais fracos — a crítica — e me dizendo: “Vai fala, diz o que você pensa. Você sabe que está certa não é? Então fale…”, e Jesus do outro lado, sussurrando: “Não Daniella, não faça assim, você sabe o que eu te ensinei”. É mesmo um Grande Conflito, e machuca, dói, incomoda, irrita, você tenta pensar em outra coisa e não consegue… Como fico decepcionada com isso, por ser assim, isso vocês nunca irão conseguir avaliar. Nem vocês, nem meus amigos, e acho até que nem meu marido. Engraçado que ontem mesmo falava com ele sobre um livro que acabei de ler, e que mostra que algumas coisas nem o seu esposo consegue resolver. Só Deus…

E agora eu me sinto horrivelmente triste. Parece que sou a pior pessoa do mundo, porque acredito que nenhuma das pessoas próximas a mim seja como eu. Talvez até sejam, eu que não saiba. Mas eu penso muito em minha mãe. Eu nunca fui de “dar trabalho”. Acho que sou uma boa filha (melhor perguntarem a ela…), mas já fiz, sim, coisas que ela sabia serem erradas (como numa festa de casamento em que bebi cinco taças de champagne). Mas minha sábia mãe não me bateu, nem me deu sermão, nem nada dessas coisas. Eu vi o seu resto sério e preocupado, mas sei que ela fez o melhor: orou por mim. Isso é melhor que qualquer crítica. E eu sei que é o melhor que devo fazer. Até porque pra mim é difícil chegar e conversar com uma pessoa que sei (ou acho) que está fazendo algo errado. Tenho medo de magoar falando, mas acho super fácil criticar “pelas costas”. Vai entender…

Mas o que mais me incomoda é o fato de eu achar tão difícil não fazer o que quero. É assim mesmo né? Paulo falou:

Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço (Rm 7:19).

A melhor coisa é orar. E é isso que pretendo fazer. Se não pode dizer nada de bom sobre alguém, não diga nada, já diz o ditado. Só que não é nada fácil… Mas por incrível que pareça, escrever aqui me ajudou demais. Eu sei que Deus usa esse blog pra falar comigo e através de mim. E o único jeito é me apegar a Ele. É o único que entende completa e perfeitamente as lutas que travo, e porque amo tanto fazer o que sei ser errado.

Ainda gosto muito de criticar, mas quando recebo críticas abertas ou mesmos veladas, com olhares que dizem mais que mil palavras, percebo o quão má é essa coisinha que tanto amamos fazer com os outros, mas nunca receber. Por isso agora entendo que preciso mudar, e deixar cada um viver a sua vida, assim como eu quero viver a minha. Fazendo suas escolhas e buscando sempre acertar. Entendo que preciso orar, por mim e pelos outros. Na hora certa, se assim tiver que ser, se for da vontade de Deus, se for o melhor para aquela pessoa, ela vai cair em si, acordar e ver que precisa mudar. Se minha mãe agiu assim comigo, se o próprio Deus age assim comigo todos os dias, sei que é assim também devo agir assim com os outros…

Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês (Mt 7:12).

Ser mulher…ser santa!

sadwoman2Recentemente vi numa propaganda de um produto para mulheres, com participação de uma famosa atriz global, várias mulheres (inclusive ela) emitindo frases como: “Sou incansável”, “Sou batalhadora”, “Sou poderosa”, entre outras. Pesquisando comunidades no orkut, achei uma intitulada Ser mulher… Ser santa!, cuja descrição desfia frases como “Ser mulher é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda”, e várias outras que praticamente endeusam o sexo feminino.

Entendam que eu não tenho absolutamente nada contra a valorização da mulher. Eu sou mulher. Não me considero nem um pouco machista (porque infelizmente existem muitas mulheres que o são). Mas ver esse comercial e esbarrar nessa comunidade me fizeram pensar se não há, na verdade, não uma valorização, mas uma exigência descabida do que é “ser mulher”.

Eu sei que a mulher é bastante resistente à dor, seja ela física ou emocional. Sei também que, devido a tanto preconceito que existiu (e ainda existe) contra a mulher, ela tenha se tornado mesmo batalhadora, lutadora, conquistando espaços não imaginados até certo tempo atrás. E também acho que as mulheres são, sim, muito especiais. Gosto muito de uma história bíblica que mostra o quão fortes somos. No tempo em que a profetisa Débora era juíza em Israel, estava para acontecer uma batalha entre esse povo e o exército de Jabim (rei de Canaã, que havia dominado e maltratado o povo de Israel por vinte anos), cujo comandante era um homem chamado Sísera. Débora, então, chamou Baraque, e disse que Deus havia dado uma mensagem: deviam ir e lutar contra Sísera, pois sairiam vencedores. Baraque então disse: “Só irei se você for comigo. Se você não for, eu também não irei.” Ela respondeu: “Está bem! Eu vou com você. Mas você não ficará com as honras da vitória, pois o Senhor Deus entregará Sísera nas mãos de uma mulher.” Essa mulher não era ela, mas Jael, personagem que aparece mais adiante na história. Mas, de qualquer forma, uma mulher. Sem contar o medinho de Baraque, que queria porque queria ir com Débora. Essa devia ser mesmo uma mulher de fibra!

Eu admiro muito essas coisas, mas fico pensando se às vezes não se exigem coisas demais das mulheres. Somos e devemos ser, sempre que necessário, fortes, batalhadoras, lutadoras, incansáveis. Mas não dá pra ser assim o tempo todo. Simplesmente não dá. Todos, sejam homens ou mulheres, temos nossos momentos de fraqueza, de ficarmos tristes, de desabarmos, seja física ou emocionalmente. Não dá pra ter essa fibra de Débora o tempo todo, ou ser santa 24 horas por dia. Infelizmente, se em alguns comerciais vemos as mulheres serem tratadas como perfeitos objetos, em outros vemos uma cobrança velada de uma perfeição que não pode existir.

Já não basta sermos boas companheiras, boas profissionais ou boas mães, temos que ser sempre batalhadoras, lutadoras e incansáveis. Sempre temos que ter uma palavra amiga para dar a quem precisa, mesmo que nós mesmas estejamos devastadas por dentro. Não podemos mais chorar, pois isso demonstra fraqueza (já ouvi mulheres dando essa justificativa para não chorarem em público). Não podemos querer carinho, colo, pois somos nós que sempre devemos estar prontas para dar essas coisas. Não podemos ficar irritadas, chateadas, exasperadas, temos que ser sempre calmas e fazer tudo corretamente sempre, afinal, temos que ser santas

Não sei vocês, mas eu não consigo ser assim 100% do tempo. Eu choro, eu fico triste, nem sempre tenho uma “palavra amiga” e muitas vezes sou eu quem precisa dela. Não consigo ser “educadinha” e delicada o tempo todo, muitas vezes me irrito e até grito. Não dá pra ser “princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda”. Às vezes — quem sabe muitas vezes — temos necessidade de sermos apenas plebéias, de ficarmos sozinhas, de termos um ombro amigo pra chorar. Não dá pra sermos fortalezas inabaláveis o tempo todo. Não podem exigir isso de nós… Somos seres humanos e, como todos os demais, precisamos, em vários momentos da vida, ser simplesmente isso: humanos.

Mulher objeto

barbie01Vi esse post no blog Criacionismo (que sempre estou acompanhando) e não tive como não republicá-lo aqui. Muito bom!

Nos anos 70, programas humorísticos, um deles com forte aceitação do público infantil, apelavam frequentemente para o surrado clichê da mulher como objeto, vulgarizando-a. “Ô, bicho bom!” “Tesooooouro!” “Bocãããoooo!” Nas décadas de 80 e 90, era comum que ninfas pós-adolescentes aspirantes à celebridade veiculassem em revistas de fofoca romances bem calculados com personalidades já famosas a fim de pleitear contratos de fotos com revistas masculinas e, talvez, oh, supremo anelo!, um programa televisivo infantil onde pudessem faturar milhões empurrando quinquilharias e tatibitátis musicais para toda uma geração de consumidores-mirins. Em minha geração, o comportamento sexual despontava por volta dos 14 ou 15 anos. A geração que me sucedeu reduziu significativamente essa idade. Hoje, meninas de 10, 9 e até 8 anos já começam a se vestir e a se maquiar como mulheres adultas.

O cardápio cultural vem tendo grande influência nesse fenômeno. Novelas, séries, filmes, comédias e reportagens, enfim, é difícil assistir a algum programa que não explore, quase sempre de maneira permissiva, a questão da sexualidade como elemento decisivo nas relações sociais. Mesmo campanhas públicas para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis mais incentivam que previnem a irresponsabilidade sexual. Em um comercial, por exemplo, um garotão, talvez ainda menor de idade, bolina uma garota em plena rua enquanto essa o repele sem muita convicção – até que ele lhe mostra um preservativo embalado – e pronto! Ela já se anima toda (tão afoitos estão que a propaganda acaba sem que tenhamos certeza se ao menos irão procurar um local privado para o ato). Noutro comercial, um sujeito acorda de ressaca, nu sobre uma cama. Olha para os lados, confuso, sem saber onde se encontra. A seu lado, uma mulher igualmente nua (ou seria um travesti?), que ele não reconhece. Angústia. Súbito, vê no chão uma embalagem aberta de preservativo, e sorri aliviado. Mensagem da propaganda do Ministério da Saúde? A camisinha, e só ela, nos garante a santa paz. Então ficamos assim: o preservativo é o norte ético quanto a decisões sobre comportamento sexual. Demais fatores como afetividade, compromisso e valores morais tornam-se irrelevantes. E ai do carola que questionar essa visão de mundo!

Há que se lembrar que nossa imagem no exterior não é lá das melhores. Já em meados do século passado, celebridades do cinema mundial por cá aportavam em busca de liberdades não permitidas em seus países. Até alguns anos atrás a divulgação turística do Brasil incentivava o turismo sexual. Mesmo hoje nossas mulheres (mães, esposas, irmãs e filhas) são imaginadas pelo estrangeiro como ninfomaníacas insaciáveis e incontroláveis. Nas nossas praias a anedota já ficou batida: em vez de o biquíni esconder as pudendas, as moças usam as pudendas para ocultar o biquíni. Nosso carnaval dispensa comentários. Nossos bailes funk classificam as participantes, muitas delas adolescentes, em três categorias: as tchutchucas – moças nem sempre disponíveis para o sexo; cachorras – garotas de vida sexual eclética e regular; e as preparadas – que comparecem sem nada por baixo da minissaia a fim de facilitar diversos intercursos ali mesmo, no próprio local do baile.

Enfim, poucos aspectos da vida social e cultural do brasileiro deixam de ser, de algum modo, influenciados por uma visão licenciosa e impessoal do sexo.

O longo preâmbulo acima poderia indicar uma reprovação direta ao vestuário da jovem Geysi Arruda, que precisou sair de sua faculdade, a Uniban, escoltada por policiais. Pois a intenção é justamente oposta. Examinemos as diversas análises do caso veiculadas na imprensa. Na maioria das abordagens, o comportamento dos agressores foi condenado. Contudo, essa condenação quase sempre se mostrou uma mera concessão antes de se focar prioritariamente o ponto escolhido: a moça se comportou mal, a moça provocou – em suma, a moça apenas colheu o que plantou.

Isso nos remete a um passado próximo, quando se tornou inadiável a criação da Delegacia da Mulher. Os mais jovens não se lembrarão, mas há não muito uma mulher que fosse registrar queixa contra agressões físicas e sexuais era tratada com desinteresse e até desdém pelas autoridades, geralmente homens. “Foi bolinada, estuprada? Que roupa você estava usando? Qual era a sua maquiagem?” Ao sofrimento pela barbárie somavam-se o descaso e o preconceito. Imagine-se o horror de uma mulher ferida, brutalizada, violentada passando de vítima a responsável por seu próprio sofrimento. E dentro justamente da repartição pública destinada a proporcionar-lhe proteção física e jurídica.

Voltemos ao caso de Geysi. Vamos fazer todas as concessões possíveis, vamos dar crédito a todas as ilações mentirosas de seus detratores. Vamos supor que ela fosse uma meretriz que frequentava o ambiente acadêmico para expor sua… mercadoria (na verdade, ela fora à escola com o tal vestido para, saindo dali, comparecer a uma festa). Vamos supor que não usasse calcinha (mas usava). Vamos supor que ela cruzasse as pernas propositadamente, como Sharon Stone no filme “Instinto Selvagem”, a fim de exibir a genitália aos colegas, e que houvesse sido essa sua intenção ao subir a rampa do prédio. Vamos supor que a sociedade e a cultura brasileiras primassem pelo recato absoluto e que não houvesse em nosso país uma única mulher além de Geysi que cometesse, publica ou privadamente, todos os desatinos acima. Ainda assim seria o caso de que o linchamento ocorrido fosse alternativa aceitável a um julgamento justo e civilizado por parte da faculdade ou mesmo do Poder Judiciário? Chegamos a isso?

Revisemos. Dezenas de alunos (e alunas) participaram ativamente da agressão. E note-se: a motivação não foi de natureza sexual, como se pretende. Houvesse exclusivo e genuíno interesse sexual e a moça teria sido raptada ao final da aula para ser violada, talvez até assassinada, em algum lugar escuso; é assim que tarados agem. Estamos a tratar de um crime gerado unicamente por ódio – no caso, uma de suas piores exteriorizações, a misoginia; um ódio inclemente, sem a mais mínima compaixão – as cenas o provam. E esse ódio mostrou-se ainda mais evidente nas garotas que participaram do delito. Os guardas da escola o incentivaram por meio da omissão e até do deboche. A humilhação foi filmada e divulgada mundo afora, comprometendo por muitos anos a privacidade da vítima. Nos dias posteriores, a diretoria se eximiu, se omitiu e relativizou o crime cometido dentro de suas dependências. Na TV e nos jornais, oportunistas de sempre do infame mercado de livros de autoajuda concentraram sua reprovação no comportamento relativamente indesejável da garota em vez de repudiar exclusivamente seus agressores por crimes previstos na legislação de qualquer país (Atenção! Digo “comportamento relativamente indesejável” porque a nossa sociedade é vezeira em apreciar e mesmo idolatrar comportamentos incomparavelmente piores – vide a audiência cativa das temporadas do Big Brother, onde toda podridão, todo desvio de caráter que não ofenda o código penal é exibido em minúcias, incentivado, celebrado e sugerido como norma de conduta aos seus espectadores).

Resumo da ópera: por mais que se transfira para Geysi – ainda que com finalidade pedagógica – a responsabilidade pelo bullying coletivo que ela sofreu, a indumentária e os hábitos das jovens brasileiras pouco mudarão. Porém, mesmo que nossas jovens optem por roupas mais sóbrias em ambientes públicos, elas continuarão, durante as festas, a ser embebedadas, drogadas e seviciadas em banheiros, quartos e porões – com direito a seções de foto e filmagem para execração planetária. E haverá sempre, sempre e sempre aqueles (e aquelas) que dirão: “Que vacilo dessa otária!” “Também, quem mandou dar bobeira…”

Já os agressores que estudam na Uniban… Sua tímida e relativizada reprovação servirá de estímulo a atos semelhantes ou piores. A julgar pela interpretação do caso, o homem brasileiro sai desse lamentável episódio um pouco mais convencido de que suas balizas morais se subordinam à interpretação (fundamentada ou não) do comportamento de sua vítima em uma espécie de determinismo fatalista, que pode se estender também, por que não?, à trapaça, à fraude, à extorsão, ao espancamento e ao homicídio.

Ao centrarmos fogo em uma suburbana imprudente na avidez por reprovar um dos aspectos deletérios de nossa sociedade – a falta de pudor –, invertemos a gravidade dos elementos do incidente e perdemos a perspectiva essencial: criminoso e vítima se encontram em lados opostos da lei e é justamente isso que nos protege como indivíduos e como sociedade. Sempre que se fecham as portas da compaixão, abrem-se as porteiras do inferno. Sempre que nos distanciamos voluntariamente da vítima, nos aproximamos involuntariamente do criminoso. Espiritual e moralmente.

É pena, mas dessa vez a adúltera não escapou das pedras.

(Marco Dourado, Curitiba, PR, com exclusividade para o blog Criacionismo)

Leia também: A intolerância e o vestidinho indefectível.

Cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram que durante o beijo, o homem pode inocular o citomegalovirus – um vírus que vive na saliva masculina – na mulher. Apesar de inofensivo em pessoas adultas, o vírus pode ser extrememente perigoso durante a gravidez, levando ao aborto ou à deficiência do feto. Por isso, a melhor imunização é beijar. Só que para garantir bons resultados, o médico responsável pela pesquisa divulgada no jornal Medical Hypotheses, doutor Colin Hendrie, recomenda que a mulher beije o mesmo homem durante cerca de seis meses antes da gravidez. Assim, dá tempo de o corpo preparar os anticorpos, o que reduz as chances de infecção do bebê.

Nota do blog Saúde e Família: Fica mais uma vez evidente que Deus projetou o ser humano para a fidelidade conjugal. Além dos benefícios psicológicos e sociais desse estilo de vida, há também vantagens na área de saúde. [DB]

Retirado do blog Saúde e Família.

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Nem tem o que comentar!!! :)

Livros, again…

Há um tempinho já eu prometi aqui que iria falar sobre uns livros que comprei. Já li todos (graças a Deus, porque eu ando deixando muito livro pela metade) e vou comentar beeem resumidamente sobre eles aqui:

1. Ragtime – se passa na Nova Iorque do início do século XX. O autor coloca personalidades bem conhecidas dentro do enredo, o que faz toda a diferença. Não é daqueles livros que têm uma história toda certinha, com início, meio e fim. É apenas parte das vidas de alguns personagens bem interessantes, e o autor não parece nem um pouco interessado em contar tudo que aconteceu a eles, e nem lhes dar sempre finais felizes. A leitura é densa, e não há travessões indicando as falas, elas ficam imersas no meio de toda a narrativa. Resumindo: MUITO BOM (é, eu não gosto de livros/filmes muito “certinhos”)!

2. A megera domada – só havia lido a peça “Romeu e Julieta” e a adaptação de “Otelo”, então resolvi ver o que Shakespeare escreveu de cômico. “A megera domada” é um livro muito divertido (que inspirou o filme “Dez coisas que odeio em você” e a novela “O cravo e a rosa”), que a gente termina de ler rapidinho, mas não achei tão engraçado quanto…

3. Sonho de uma noite de verão – aqui tem de tudo: mitologia, peça teatral, atores toscos e muita comédia. Dá vontade de não parar de ler, só pra ver o que vai acontecer depois, fora que você morre de rir com as sacadas shakesperianas (o inglês não gostava só de desgraças, não!). Deu pena quando acabou, queria mais!

Então é isso! Espero que tenham gostado, e que daqui pra frente eu consiga fazer isso com os livros que estou lendo e que ainda lerei ;)

fruits-3Um estudo da Universidade Heinrich-Heine, na Alemanha, traz mais evidências de que o consumo de frutas e legumes pode melhorar o aprendizado, a memória e o raciocínio de pessoas saudáveis. Avaliando 193 pessoas com idades entre 45 e 102 anos, os pesquisadores observaram que aqueles com a maior ingestão diária de vegetais (cerca de 400g) tinham maior nível de antioxidantes, menores indicadores de danos oxidativos e melhor desempenho cognitivo do que aqueles que consumiam menos de 100g de frutas e verduras por dia.

De acordo com os autores, é reconhecida a forte associação entre a ingestão de frutas e legumes e as defesas de antioxidantes naturais do corpo contra os radicais livres, além do fato de a má nutrição estar relacionada a um maior risco de problemas cognitivos. “Com esse trabalho, mostramos uma múltipla associação entre a ingestão de frutas e vegetais, as defesas antioxidantes e o desempenho cognitivo na ausência de doenças e independentemente da idade”, disse a pesquisadora Cristina Polidori, da Universidade de Bochum.

Baseados nos resultados, os especialistas recomendam melhorar a nutrição, com o aumento do consumo de frutas e legumes, como forma de prevenção à demência e outros problemas cognitivos. E mais estudos estão sendo planejados para confirmação, incluindo maior amostra e pacientes com doença de Alzheimer em vários estágios e com problemas cognitivos leves.

(Science Daily)
Como publicado no blog Saúde e Família

200295287-001Aqui um texto do Stephen Kanitz, que ficou muito famoso com um artigo da Veja, “O contrato de casamento” que já publiquei no blog. Nesse que estou trazendo para vocês hoje, ele fala sobre com qual namorado casar. Após o texto, colocarei meus comentários ;)

Um livro que li há 30 anos sobre estatística e matemática apresentava este conselho frio e calculista, que funcionava mais ou menos assim: Case com a sua terceira namorada/o e ponto final.

Embora este conselho pareça ridículo, do ponto de vista estatístico não é uma regra tão descabida assim.

Sua primeira namorada ou namorado, provavelmente foi escolhido/a de uma amostra de seres humanos, algo entre 20 e 50 amigos.

Ela ou ele é a/o melhor deste seu grupo de amigos, mas por ser uma amostra de um grupo pequeno, ela ou ele obviamente poderá não ser a melhor ou melhor que se tem no mundo como um todo.

Mas estatisticamente podemos dizer que o escolhido/a está bem acima da média dos homens e mulheres, algo em torno do 95% percentil.

fig1

Seu segundo namorada/o, se você de fato fez a sua lição de casa, deverá ser um pouco melhor do que o primeiro, já que você fez um upgrade.

Seu segundo namorado ou namorada agora é melhor do que 97% de tudo que você poderia ter.

Assim sendo, você deve ter melhorado a sua amostragem estatística, para alguém digamos no 97% percentil.

Gráfico 2:

fig2

Faça isto mais uma vez, uma terceira namorada, que apesar de todos os seus defeitos estará no 99% percentil ou algo próximo disto.

Gráfico 3:

fig3

Você nunca poderá namorar todo mundo do mundo, antes de decidir, e portanto o 100% ou 99% normalmente é uma meta impossível. Além do mais é neste grupo que se encontram a Cameron Diaz e George Clooneys.

Portanto diz a teoria, case-se com sua terceira namorada. Até porque não tem algo muito melhor dando sopa por aí.

Mas tem outra razão para esta regra.

A melhoria que você poderia almejar continuando a sua busca pela mulher perfeita, não é uma melhora tão significante assim.

Depois da terceira escolha, as chances de você piorar sua situação é grande, porque elas e eles não ficam dando sopa eternamente e seu universo poderá começar a diminuir à medida que todos forem se casando.

As chances de você ficar com nenhuma esposa ou marido são maiores do que continuar à sua procura.

Este é o atual problema de muitas mulheres de carreira que decidem se casar aos 34. Elas acabam tendo a sensação de que os homens não são como antigamente, e não aceitam casar com alguém inferior a algum antigo namorado.

Não, os homens não estão se deteriorando, os melhores simplesmente estão se casando e saindo do mercado dos disponíveis.

Eu só estou escrevendo isto, porque muitos leitores do meu artigo “O Contrato de Casamento”, publicado na Veja, ficaram com a impressão que eu estava sugerindo casamento sem fazer muita escolha, e concentrar em melhorar o relacionamento.

Escolha sim, mas não exagere, o príncipe perfeito não existe, nem a princesa, e trabalhar no relacionamento é a saída correta, quanto antes melhor.

Concentre-se em melhorar o relacionamento com a pessoa que já está ao seu lado, do que gastar a mesma energia tentando achar alguém perfeito. Estatisticamente dá na mesma.

(Stephen Kanitz, “Case Com Seu Terceiro Namorado/a”)

Fico imaginando o que irão pensar quando eu escrever aqui que concordo com o texto…

Mas eu concordo sim, porque entendo que não se trata meramente de sair contando quantos namorados você tem e, num determinado momento, parar e dizer: “Pronto, é com esse que vou casar.” Creio que Kanitz está falando não tanto de números quanto de escolhas equivocadas. Se fosse pelos números, eu estaria frita, porque casei com meu segundo namorado. Então, teria que me divorciar e namorar um terceiro, para só então casar. E não é por aí…

Ele fala de fazer boas escolhas, claro, pesquisar, não sair casando com o primeiro que aparece, só pra não “ficar pra tia”. Mas cuidar para que essa coisa de escolher não se torne em obsessão pela “perfeição”. A gente precisa namorar, analisar direitinho, ver as características daquela pessoa com quem estamos, e, quando tivermos certeza de que ela — apesar de seus defeitos — é alguém que me trata bem, alguém com quem posso ter conversas maravilhosas, alguém que me entende e me aceita como sou, alguém que me respeita, que me deseja e que, acima de tudo, realmente me ama, podemos tomar a próxima decisão, que é casar, ficar pra sempre do lado dela. Sem mais delongas…

Mas não é assim que alguns fazem, e é isso que ele critica. Ficam escolhendo, escolhendo, escolhendo, e nunca se dão por satisfeitos. Creio que nem que dessem de cara com um George Clooney ou Cameron Diaz, como ele cita, se contentariam, porque quando percebessem seus defeitos, iriam logo pensar: “é, deve ter alguém melhor, vou continuar procurando.”

Sempre vai ter alguém melhor, mas essa não é a questão. Aquela pessoa com quem você não está pode não ser perfeita no sentido de não ter nenhum defeito, mas pode ser a pessoa perfeita para você. Então, deve-se escolher bem sim, mas não passar a vida toda nessa escolha, porque se for ficar pensando na perfeição, nunca vai encontrar ninguém. Lembre-se de que nem você é perfeito, portanto não dá pra ficar exigindo isso dos outros.

O que ele falou é verdade: há mulheres que estão buscando há tanto tempo, que começam a comparar os homens de hoje com os namoradinhos da adolescência ou de alguns anos anteriores. Gostei do que ele disse: “Não, os homens não estão se deteriorando, os melhores simplesmente estão se casando e saindo do mercado dos disponíveis.” E isso porque alguém mais esperta do que essas mulheres viu naquele rapaz o que elas não conseguiram ver, cegas que estavam em busca da perfeição, e agora simplesmente é tarde…

Termino com mais um trechinho dele, perfeito a meu ver: “Concentre-se em melhorar o relacionamento com a pessoa que já está ao seu lado, do que gastar a mesma energia tentando achar alguém perfeito. Estatisticamente dá na mesma.”

Pensamento

A ironia é o primeiro indício de que a consciência se tornou consciente. (Fernando Pessoa)

Socorro!

Alguém me ajude a parar de mexer tanto no template!!!

Acho que vou endoidecer! Sério!

Desabafo

Eu não sei por que isso acontece, mas já ocorreu mais de uma vez — basta verem minha casinha toda arrumadinha ou por foto no orkut ou “ao vivo” mesmo, que certas mulheres dizem: “quero é ver quando vierem as crianças!”

Realmente, não compreendo a razão da frase. Só consigo imaginar duas explicações: ou têm saudades dos tempos sem filhos, ou então, como dizem que desgraça adora companhia, não querem sofrer sozinhas e ficam doidas que outras possam parir que nem elas e compartilhar da bagunça doméstica.

Acontece que essas mulheres não conhecem minha mãe. Sim, porque essa teve duas filhas, e não importa quantos anos tínhamos, a casa sempre estava e está arrumada. Quem conhece nossa família sabe. Mesmo depois de adultas, quando vinham crianças em nossa casa, minha mãe nunca “deixou a peteca cair”. Conheço também casas de casais com filhos, como a do pastor que me casou, que simplesmente eram um brinco, mesmo com crianças pequenas rondando o dia todo. Ou seja, pra mim, ter filhos e manter a casa arrumada não é impossível.

Agora, o negócio talvez seja que as “mamães bagunceiras” talvez queiram é arranjar desculpas pras suas desordens. Tudo bem, mas não vem com esse papinho de “deixa o baby chegar” pra cima de mim não. Não sei quando (e nem se! É, não sei mesmo, não importa o quão escandalizado(a) isso possa te deixar) serei mãe, mas definitivamente, se um dia for, não queiro ser uma bagunçada não. Até porque…

“Os anjos trabalham harmoniosamente. Perfeita ordem caracteriza todos os seus movimentos. Quanto mais aproximadamente imitarmos a harmonia e ordem dos anjos, tanto maior êxito terão os esforços desses agentes celestiais em nosso favor. Se não virmos necessidade de ação harmônica, e formos desordenados, indisciplinados e desorganizados em nossa maneira de agir, os anjos que são perfeitamente organizados e se movem em perfeita ordem, não poderão com êxito trabalhar por nós. Eles se afastarão pesarosos, pois não estão autorizados a abençoar a confusão, distração e desorganização. Todos os que desejarem a cooperação dos mensageiros celestiais devem trabalhar em harmonia com eles. Os que receberam a unção do Céu, em todos os seus esforços incentivarão a ordem, a disciplina e unidade de ação, e então os anjos de Deus poderão cooperar com eles” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 28).

Não preciso dizer mais nada, né? Portanto, parem de me encher a paciência!

Eu realmente…

…espero que me aquiete por mais um bom tempo e pare de mexer tanto no template (e consequentemente, na imagem do cabeçalho) deste blog.

Site legal

http://www.faithgirlz.com.br/

Taí um site bem legal pra adolescentes (e mulheres crescidinhas também podem gostar hehehe).

Ah, e como uma vez vi um vídeo no YouTube de uma adolescente falando sobre os livros preferidos dela, sendo que no primeiro já foi logo dizendo que não o recomendava pra quem fosse religioso, eu faço o contrário: recomendo INCLUSIVE pra quem não crê em Deus ou não tem religião.

Até quando?

fat

Eu sinto que tenho um vasto universo de beleza, magia, amor e maravilha em minha mente e meu coração. Mas eu não sou bonita. Acho que ficarei sozinha para sempre.

Retirei essa imagem do Tumblr w.w.b.d.?, e fiquei bem impressionada não só com o que vi, mas com o que a Bruna Zanardo, dona do site, escreveu:

This is heart wrenching.

Not only has society taught this poor girl that in order to feel complete she needs someone to love her physical appearance they have also given her an impossible physical standard.  Sometimes, (read: daily) the world and its f***** up rules make me so sick.

Tradução:

Isso é de cortar o coração.

Não só a sociedade ensinou esta pobre moça que, para se sentir completa, ela precisa de alguém para amar sua aparência física, como também tem dado a ela um padrão físico impossível. Às vezes, (leia-se: diariamente) o mundo e suas regras “miseráveis” me fazem ficar doente.

Meu Deus, COMO isso é verdade! Como eu infelizmente tenho que concordar com tudo! É essa a sociedade TRISTE e maluca em que vivemos. Até quando a gente vai achar o máximo ficar idolatrando mulheres cadavéricas e buscando essa aparência irreal? Acordem! A vida é mais que isso, aliás, a vida não é nada disso… A vida é outra coisa, bem maior, bem mais profunda.

De quem é a culpa, afinal?

culpaEu sou cristã. Creio que existe um “Ser Superior”, que criou o universo, que cuida de tudo. Pra mim existe um só Deus. Não sou agnóstica, panteísta, deísta nem atéia.

MAS! Acreditar em Deus não me impede de acreditar que há o inimigo dEle. E não, não creio num ser vermelho, com chifrinhos, rabo em forma de seta, um tridente na mão e fedendo a enxofre. Na verdade, ele está bem longe de ser assim. Mas existe. Seria burrice crer em Deus e não crer nesse inimigo, pois como se explicariam as mazelas do mundo? Deus não faz coisas más. O inimigo dele sim.

Só que existe gente que tudo acha que é culpa do demo. Já conheceram pessoas assim? Eu já. “Ah, meus filhos estão doentes, acho que isso é o inimigo!”, ou “É, não posso fazer nada, isso é culpa dele!” E são pessoas que dizem crer em Deus que falam essas coisas. Têm medo de “macumba”, “mau olhado” e coisas do tipo…

Pra mim, existem dois probleminhas básicos com essas afirmativas: o primeiro é que, ao falarem dessa forma, mostram crer que Deus não se importa com elas, ou que não tem poder para protegê-las do mal. O segundo: as pessoas que pensam assim geralmente sabem que são culpadas, mas querem se isentar da culpa. Exemplo: a mãe deixa o menino comer tudo quanto é porcaria, não ensina a criança a tomar banho e escovar os dentes em horários certos e quando a criança começa a se queixar de dores abdominais fortes, ah, “isso é o inimigo que tá fazendo com meu filho”. Ou então o carinha bebe todas e sofre um acidente automobilístico terrível, mas a culpa foi do coisa-ruim.

Façam-me o favor! O inimigo de Deus existe? Creio piamente que sim. Agora, tudo é culpa dele? Somos apenas marionetes em suas mãos? Com certeza, não. E o interessante é que fazemos o mesmo com as pessoas ao nosso redor. Cometemos nossos erros, metemos os pés pelas mãos, mas sempre arranjamos um jeito de encontrar um culpado. Muitas vezes, coisas chatas acontecem, e ninguém é culpado. Noutros casos, nós é que somos. E o que fazemos? Encontramos um “bode expiatório” e continuamos cometendo os mesmos erros de sempre.

Portanto, em vez de ir logo culpando o inimigo de Deus ou a pessoa mais próxima, olhe pra dentro de si mesmo. Analise friamente a situação, e veja se a culpa não está em você mesmo. Assuma o erro, faça o que puder pra remediar a situação, e siga em frente, procurando mudar aquilo que não está bem, buscando ajuda com pessoas de sua confiança e, acima de tudo, com Deus. Você — e quem quer que conviva com você — só tem a ganhar.

Bodas de quê?

Exchange of RingsComo casamento e relacionamentos em geral são temas recorrentes neste blog, e como ele se propõe não só a ser um “lugar pra desabafar” mas também um local em que as pessoas possam encontrar algo que as ajudem, resolvi colocar aqui os nomes das bodas para cada ano de casamento. O legal é que, fazendo uma busca na internet, acabei por achar mais informações interessantes, e resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem!

Boda (pronuncia-se “bôda”) é a festa que celebra o aniversário de casamento. No Brasil, é costume dizer Bodas, no plural. As bodas de prata (vinte e cinco anos de casamento) e de ouro (cinqüenta) são as mais conhecidas e comemoradas.

Todas as datas e aniversários são importantes para os casais felizes. Mas enquanto as comemorações dos primeiros aniversários de casamento passam-se na intimidade, em geral as bodas maiores assumem um caráter eminentemente social. É quando a comemoração exige maior brilho e maior destaque. Em geral, não só a família, mas todos os amigos são convocados para participar do acontecimento.

Poucas pessoas conhecem a origem etimológica da palavra boda. Ela provém da palavra latina votum, que significa promessa. Desta forma, quando se diz “minha boda” estamos dizendo “minha promessa”.

De acordo com o seu significado religioso, sem dúvida é a promessa por excelência que um homem e uma mulher podem fazer diante de Deus, realizando seu compromisso de esposo e esposa diante de um altar consagrado. Uma promessa para toda a vida, e esse é o ditame de seu ritual.

Por isso esse momento tão especial deverá ser comemorado em toda sua magnitude, unido a cada um dos elementos que contribuem para que essa promessa tenha a força simbólica que merece.

A própria definicação da palavra casamento (ou matrimônio) reforça esse caráter solene. Segundo os dicionários:

Casamento: ato de casar, união legítima entre homem e mulher, matrimônio, cerimônia ou festa nupcial.

Casamento: sm. 1. União solene entre duas pessoas de sexos diferentes, com legitimação religiosa e/ou civil; núpcias. 2. A cerimônia dessa união. 3. Fig. Aliança, união. (Dicionário Aurélio).

É tradicional, na cultura ocidental, se comemorar com bodas os eventos relativos ao casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social. Para marcar cada um desses eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Por exemplo:

OURO: O ouro fascina a humanidade desde a sua descoberta. De todos os metais, apenas ele reúne beleza, brilho, virtual indestrutibilidade e maleabilidade.

DIAMANTE: Da palavra grega “adamas” que significa força e eternidade do amor surgiu a denominação diamante.

Normalmente as alianças de casamento são confeccionadas em ouro, simbolizando a indestrutibilidade dessa união. Nas joalherias, tradicionalmente são produzidas alianças específicas para as bodas de prata e bodas de ouro.

O anel como sinal de comprometimento, ou seja, a aliança, foi utilizada a primeira vez pela Civilizacao Romana repetindo-se esta tradição até hoje em outros povos. As alianças de casamento assumem um papel de grande importância nessa comemoração, pelo próprio significado do nome dado a essa jóia

Aliança: ato ou efeito de aliar, casamento, anel de noivado ou de casamento.

Aliar (do latim “alligare”) : unir, fazer ligação, harmonizar, combinar, agrupar, unir em casamento, ligar-se, confederar-se, casar-se.

Conta-se que por volta de 1800 eram divididas ao meio e internamente tinham escritas frases como “Para sempre” e “Eu te amo”, ou pedras encrustadas.

Embora a maioria das pessoas só conheça as bodas de prata (25) e de ouro (50), a cultura popular associou um material para cada aniversário de casamento, independentemente dos anéis, que representa uma nova etapa de vida.

Haja criatividade!

Embora ocorram variações nos materiais associados, a lista abaixo é a que encontramos mais freqüentemente:

01º – Bodas de Papel

02º – Bodas de Algodão

03º – Bodas de Couro ou Trigo

04º – Bodas de Flores, Frutas ou Cera

05º – Bodas de Madeira ou Ferro

06º – Bodas de Açúcar ou Perfume

07º – Bodas de Latão ou Lã

08º – Bodas de Barro ou Papoula

09º – Bodas de Cerâmica ou Vime

10º – Bodas de Estanho ou Zinco

11º – Bodas de Aço

12º – Bodas de Seda ou Ônix

13º – Bodas de Linho ou Renda

14º – Bodas de Marfim

15º – Bodas de Cristal

16º – Bodas de Safira ou Turmalina

17º – Bodas de Rosa

18º – Bodas de Turquesa

19º – Bodas de Cretone ou Água Marinha

20º – Bodas de Porcelana

21º – Bodas de Zircão

22º – Bodas de Louça

23º – Bodas de Palha

24º – Bodas de Opala

25º – Bodas de Prata

26º – Bodas de Alexandrita

27º – Bodas de Crisoprásio

28º – Bodas de Hematita

29º – Bodas de Erva

30º – Bodas de Pérola

31º – Bodas de Nácar

32º – Bodas de Pinho

33º – Bodas de Crizopala

34º – Bodas de Oliveira

35º – Bodas de Coral

36º – Bodas de Cedro

37º – Bodas de Aventurina

38º – Bodas de Carvalho

39º – Bodas de Mármore

40º – Bodas de Esmeralda

41º – Bodas de Seda

42º – Bodas de Prata dourada

43º – Bodas de Azeviche

44º – Bodas de Carbonato

45º – Bodas de Rubi

46º – Bodas de Alabastro

47º – Bodas de Jaspe

48º – Bodas de Granito

49º – Bodas de Heliotrópio

50º – Bodas de Ouro

51º – Bodas de Bronze

52º – Bodas de Argila

53º – Bodas de Antimônio

54º – Bodas de Níquel

55º – Bodas de Ametista

56º – Bodas de Malaquita

57º – Bodas de Lápis-lazúli

58º – Bodas de Vidro

59º – Bodas de Cereja

60º – Bodas de Diamante

61º – Bodas de Cobre

62º – Bodas de Telurita

63º – Bodas de Sândalo

64º – Bodas de Fabulita

65º – Bodas de Platina

66º – Bodas de Ébano

67º – Bodas de Neve

68º – Bodas de Chumbo

69º – Bodas de Mercúrio

70º – Bodas de Vinho

71º – Bodas de Zinco

72º – Bodas de Aveia

73º – Bodas de Manjerona

74º – Bodas de Macieira

75º – Bodas de Brilhante ou Alabastro

76º – Bodas de Cipestre

77º – Bodas de Alfazema

78º – Bodas de Benjoim

79º – Bodas de Café

80º – Bodas de Nogueira ou Carvalho

81º – Bodas de Cacau

82º – Bodas de Cravo

83º – Bodas de Begônia

84º – Bodas de Crisântemo

85º – Bodas de Girassol

86º – Bodas de Hortênsia

87º – Bodas de Nogueira

88º – Bodas de Pêra

89º – Bodas de Figueira

90º – Bodas de Álamo

91º – Bodas de Pinheiro

92º – Bodas de Salgueiro

93º – Bodas de Imbuia

94º – Bodas de Palmeira

95º – Bodas de Sândalo

96º – Bodas de Oliveira

97º – Bodas de Abeto

98º – Bodas de Pinheiro

99º – Bodas de Salgueiro

100º – Bodas de Jequitibá

Fontes:

Wikipédia, a enciclopédia livre. Consultado em Março/2007. Endereço: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bodas

Brasil Cultura. Consultado em Março/2007. Endereço: http://www.brasilcultura.com.br

Rudy Eres. Dale a tu boda la musica que se merece. Consultado em Março/2007.

http://www.bodas.com/article.php?story=20070316150228367

Guias Historia e Curiosidades do Diamante / Historia e Curiosidades sobre o Ouro. Citado no site Aceito.com (não está mais no ar). http://www.aceito.com.br

(Do site “Portal da Família)

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Isso tudo me lembra do meu casamento, e do que o pastor falou. Adorei que ele não tenha caído na mesmice (eu nem podia esperar isso dele, um mestre e agora doutorando em Teologia hehehe), que não tenha falado sobre “a importância de ter filhos” ou coisas do tipo, mas sim da aliança de Deus com o Seu povo, e da aliança que meu então noivo e eu estávamos fazendo um com o outro. Falou que a palavra ‘divórcio’ não deveria estar em nosso dicionário, e que a nossa união deve ser eterna. Pra mim casamento é isso mesmo, uma aliança eterna, entre um homem e uma mulher que se amam, e não querem somente mostrar isso ao mundo, mas, acima de tudo, querem a bênção de Deus em suas vidas.

Estresse no trabalho?

estresse-no-trabalho-37-207Corre pra reunião, checa e-mail, envia o relatório, atende o maridão no celular, aguenta as alfinetadas do chefe, se concentra no trabalho, liga para dizer “feliz aniversário” pra irmã, volta para o relatório… O dia de trabalho é capaz de deixar qualquer pessoa à beira de um ataque de nervos. E se você não estabelecer uma pausa para desestressar, é bem provável que o ataque aconteça.

Alguns exercícios rápidos são capazes de fazer milagres e ajudam a aliviar o estresse. Por isso, comece separando uns minutinhos para relaxar a mente e o corpo e pare tudo. “É fundamental que as técnicas sejam feitas com calma e atenção”, recomenda Thiago Niishida, fisioterapeuta, acupunturista e especialista em qualidade de vida. Pronta para relaxar?

Respiração
Durante o relaxamento, a sua respiração tem que ser consciente (se não der pra ser concentrar no escritório, dê um pulinho na sala ao lado, no carro…) e o ar deve ser “jogado” para a barriga. “Procure preencher todo o pulmão, sendo que, quando puxar todo o ar, force mais uma inspiração, e perceberá que ainda cabe mais um pouco. Faça a inspiração e a expiração o mais longa possível, respirando lentamente”, explica o fisioterapeuta.

Agora que acertou a respiração, confira as dicas para descarregar a tensão e enfrentar os pepinos de trabalho com muito mais leveza:

1. Na hora de acertar a respiração, concentre-se no seu corpo, sinta os movimentos respiratórios, as articulações, os músculos e tendões. Os movimentos devem ser indolores, então não force! Se estiver com pressa, faça apenas uma vez, mas por completo.

2. Dificuldades para se concentrar? Procure um cantinho para sentar-se confortavelmente, tire os sapatos, coloque a sola dos pés no chão, deixe a coluna ereta e feche os olhos.

Com a mão direita, tampe a narina direita e inspire profundamente apenas com a esquerda. Retire a mão da narina direita e obstrua a esquerda para expirar e inspirar com a direita. Repita esse processo algumas vezes e notará o equilíbrio que ele produz!

3. Deu todas as suas energias para finalizar um relatório ou enfrentar aquela reunião? Tire os sapatos e fique de pé próximo a um local em que possa se apoiar, caso perca o equilíbrio. Levante o pé esquerdo e encoste a sola na coxa direita ou no joelho. Abra os braços até a cabeça de maneira que as palmas das mãos se encontrem no alto da cabeça.

Traga as duas mãos unidas, como em prece, para a altura do peito. Fique com os cotovelos levantados, os ombros relaxados e a coluna reta. Respire lentamente 10 vezes. Se conseguir, feche os olhos. Troque de perna e repita mais dez respirações profundas e lentas. Acalma qualquer leão!

4. Se sente que sua vista está cansada e você fica o dia todo em frente ao computador, esta dica é muito importante. Ao olhar para longe, o corpo ajusta a retina para que o foco fique nítido. Quando olha para perto, o ajuste é refeito. Quem faz esse ajuste é um músculo. E como todo músculo que trabalha em excesso, ele cansa e precisa de repouso. Olhe para algum lugar distante por trinta segundos a cada hora.

5. Outra dica é pressionar levemente o globo ocular com as palmas das mãos por dez segundos. Depois circule o olhar no sentido horário e anti-horário, cinco vezes cada. Feche os olhos levemente, e vagarosamente vá forçando os olhos a fecharem com “mais força”. Mantenha a força máxima por cerca de um segundo, vá relaxando vagarosamente até o relaxamento total, mas sem abrir os olhos. Repita essa operação duas ou três vezes antes de abrir por completo.

O importante é você não se esquecer de manter a frequência e separar todos os dias um tempo para descansar o corpo e a mente. A gente garante: são minutinhos que valerão ouro!

Fonte: IG

(Retirado do blog In Blog – Insight Publicidade)

rachrossRachel e Ross são, sem sombra de dúvida, o casal mais complicado do seriado Friends. Desde o início, já dava pra perceber que o relacionamento seria conturbado. Chegam então a um momento de crise, em que resolvem dar um tempo, mas Ross entende isso como o fim de tudo (eu também entenderia, visto que pra mim não existe essa coisa de “tempo”). Só que chateado e querendo resolver toda a situação (assim como Rachel, que passou a noite tentando ligar pra ele mas não o encontrava em casa, pois ele havia saído com os outros dois amigos, Joey e Chandler, pra espairecer), ele tenta ligar pra Rachel. E quando os dois estão quase fazendo as pazes, ele ouve a voz de um amigo dela, que tinha ido até seu apartamento para consolá-la (mas também com segundas intenções), e aí entende tudo errado. Acaba dormindo com uma moça que também estava no bar para onde ele havia ido “afogar as mágoas”, e aí tem fim o relacionamento. Mas, depois de algum tempo, Ross conhece uma inglesa, Emily. Na época, Rachel estava saindo com um rapaz que havia conhecido no trabalho, Joshua. Embora fizesse pouco tempo que Emily e Ross tinham se conhecido, eles, de repente, resolvem casar (eu não vou discutir sobre isso, não é o tema do post “quanto tempo deve-se namorar antes de se casar”). E aí Rachel, não sei se porque não queria se sentir inferior, ou por inveja, ou por sei lá o quê, resolve pedir Joshua (com quem havia saído apenas quatro vezes!) em casamento. É lógico que ele não aceitou.

Ross pergunta a Rachel se ela vai ao casamento dele, e ela inventa uma desculpa qualquer e diz que não. Ele pergunta se está tudo bem, se ela aceita bem o que está acontecendo, e ela responde que sim. Rachel começou então a fingir que estava tudo tranquilo, que ela não se importava com o casamento de Ross. Mas não era bem isso que ela sentia, pois — apesar dos apelos insistentes de Phoebe para que não o fizesse — ela vai a Londres dizer que o ama. Vejam bem, isso às vesperas do casamento. E ela chega bem na horinha de começar a cerimônia. Ross fica feliz em vê-la, mas ela não tem coragem de se declarar, e diz apenas que deseja felicidades. E na hora do “sim”, Ross, ao invés de dizer “I take thee, Emily” (eu te recebo, Emily), diz uma das mais famosas frases de Friends: “I take thee, Rachel”. O que acontece depois é de se imaginar: Emily foge da festa e não quer ver Ross nem pintado de ouro. Ross fala com os pais dela, diz que avisem-na que ele quer conversar. Ele vai ao aeroporto, de onde eles partiriam para a lua-de-mel, e fica lá, na esperança de que Emily apareça. Mas quem ele encontra? Rachel! E o que ela diz pra ele? Que ele tem que ir pra Grécia sozinho, para espairecer. E ele a convida então para ir junto, porque “seria bom ter uma amiga por perto”. Só que na hora em que estão embarcando, Emily aparece, vê a cena e sai furiosa. Ross sai correndo atrás dela e Rachel vai sozinha para a Grécia.

Vi esses episódios de Friends nos últimos dias e resolvi comentar o que penso aqui no blog. Pra mim, ex é ex. Pode ser ex-esposa, ex-noiva, ex-namorada, ex-ficante, ex-amizade colorida, ex-paquerinha, ex-coloque-o-que-quiser-aqui. Já foi, é passado, e como diz o ditado: “águas passadas não movem moinhos”. Primeiro, não se deve dar satisfação ou perguntar opinião de ex (isso vale tanto pra homens quanto pra mulheres) pra o que quer que seja que você venha a fazer na vida, muito menos quando o assunto diz respeito ao seu atual relacionamento. Ross não devia ter perguntado como Rachel se sentia, se ela se incomodava com o novo relacionamento dele e com o casamento. Ele apenas devia ter dito: vou me casar, espero sua presença lá. Ponto final.

Segundo: não tinha pra que Rachel se desesperar e pedir o paquera em casamento, isso foi ridículo, e ridícula é qualquer pessoa que age assim. Só porque seu ex casou você tem que casar também? Se você não casar, isso faz de você alguém inferior? Acho que não. Assuma, portanto, sua solteirice e seja feliz. Gente casada não é superior a gente solteira, e vice-versa. A gente tem mais é que se sentir bem do jeito que está e procurar ser cada dia mais feliz, em vez de fazer as coisas por impulso, sem pensar, só pra causar ciúme, ou pra não “ficar por baixo”.

Outra coisa: ex não tem nada que vir fazer declaraçãozinha de amor quando a pessoa já está em outro relacionamento. Você teve uma chance com ele, por que não aproveitou? Perdeu, e a fila andou.  Agora, respeite seu ex-amiguinho de aventuras, ex-namorado, ex-noivo, ex-marido e deixe-o ser feliz com quem ele ama e com quem o valorizou e quer ficar com ele para sempre, de verdade. Se tinha que se declarar, que o fizesse antes e não agora, que ele já está em outra. Deus dá chance pra todos, quem souber aproveitar é feliz, quem não, que aguente a consequência de sua decisão. É muito feio só dar valor a uma pessoa quando a perde…

Por último: convitezinho infeliz esse de Ross não? Só mostra que ainda sentia alguma coisa por Rachel. E se você sente alguma coisa pelo(a) ex, nem pense em casar. Se resolva com ele(a) e só então decida o que fazer da vida.

dreamsOBS.: Tenho o costume de colocar o crédito de textos que não são meus — como é o caso deste — no final. Mas, como alguns parece que não leem até o fim e acabam fazendo comentários indevidos (sim, isto já aconteceu), colocarei logo no começo: o texto não é meu, mas sim do Joêzer Mendonça (e você poderá lê-lo no blog dele clicando aqui). Porém, foi algo como “paixão à primeira lida”. Adorei o que ele falou, e resolvi compartilhar com vocês. Penso exatamente da mesma forma. Não quero ter heróis que morreram “de graça”. Mas sim heróis de verdade. Como os que você vai conhecer a seguir…

Leio que Julie Andrews completou 74 anos em 01 de outubro. Dá pra acreditar? A Maria de A Noviça Rebelde tornou-se uma septuagenária. Podem chamar de sentimental e convencional, mas é difícil resistir à Julie Andrews surgindo numa colina verdejante e girando com os braços abertos e cantando a bela “The sound of music”. Tudo bem que depois tem aquelas sete notas musicais ou sete crianças, o que dá no mesmo. Mas logo aparece uma Julie enamorada cantando “Something” e o resto é Oscar, história e lágrimas.

O cantor Cazuza dizia numa música que seus heróis morreram de overdose. Ele próprio escolheu viver e morrer como seus heróis. As mídias fingem odiar esse tipo de herói, mas são elas que cobrem cada nova celebridade com sua cota televisiva de vaidade (quando tudo vai bem), falso moralismo (quando tudo vai mal) e confete post-mortem. Todo astro recém-falecido por overdose é coroado com um mito: o melhor é morrer jovem e famoso. Essa é a maior falácia da cultura pop, um engodo que tem levado muita gente a achar que aproveitar a vida é experimentar tudo, todos e todas ao som de muito rock’n’roll, yeah!

Como escreve Robert Pirsig, “a degeneração é prazerosa, mas não sustenta uma vida inteira”. Mas quem é que está se lixando pra expectativa de vida, quando dizem que não há nem céu nem inferno, nem Deus, nem deus, nem juízo. Lembra do trinômio revolucionário “liberdade, igualdade, fraternidade”? Pode parecer apocalíptico, mas alguém discorda de que esse ideal foi substituído pelo também trinômio “sexo, drogas e rock’n’roll”?

Antes que os filisteus virtuais ataquem este web-escriba, já adianto que o problema dessa geração pode até não ser a música (que espelha as vontades dessa geração). O problema é esse estilo de vida “morra jovem e drogado” sendo vendido como a quintessência do pensamento rebelde e antiautoritário, um modelo insuperável de ser artista e porta-voz da geração, quando no fundo é apenas suicídio juvenil glamourizado. Roqueiros e atores, principalmente, são elevados à categoria de ícones da juventude transviada que estabeleceu suas próprias regras de sucesso, vida e morte. Porém, se solos de guitarra não vão me conquistar, esse overdose way of life também não me convence.

Meus heróis NÃO morreram de overdose: Dostoievski, Jane Austen, Guimarães Rosa, John Steinbeck, Tolstoi; Beethoven, Bach, Bernard Herrmann, Debussy, Stravinski, Duke Ellington; Kurosawa, Jean Renoir; Lincoln, Luther King. Eles representam um tipo de herói: aqueles que escaparam à mediocridade reinante na cultura e nas relações sociais. São heróis pela excelência artística e de pensamento.

Alguém dirá: e Lutero, Paulo, Isaías, Daniel, Pedro e João não seriam heróis maiores e melhores? Estes são um outro tipo de herói: gente que nos serve de inspiração para viver. Eles são muito mais que heróis das artes e do pensamento.

Meus heróis NÃO morreram de overdose. Talvez nem sejam heróis apenas; uns preferem chamá-los de mártires. Eles morreram decapitados, queimados, crucificados e temo não estar à altura de mártires assim, que não morrem por uma ideologia, morrem pelo Amor que excede todo entedimento. Meus heróis não pegaram em armas e venceram exércitos. Eles viveram não por força nem por violência, mas pelo poder do Espírito. Meus heróis não foram seres perfeitos. Eles tiveram falhas e espinhos na carne, mas negaram-se a si mesmos e decidiram que, não eles, mas Cristo viveria neles.

Há heróis e super-heróis para todos os gostos. Contudo, se em vez de adotarmos heróis pelo nosso gosto pessoal nós levarmos nossa vida ao pé da cruz, sairemos dali com um novo sentido do que é de fato um herói. Eu preciso de heróis que vivem pelo que ainda não se vê, que vivem por uma esperança estranha para quem não acredita, mas tremendamente perfeita e elevada para quem aceita.

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